Menino
No colo da mãe a criança vai e vem vem e vai balança.
Nos olhos do pai nos olhos da mãe
vem e vai vai e vem a esperança.
Ao sonhado futuro sorri a mãe sorri o pai.
Maravilhado o rosto puro da criança
vai e vem vem e vai balança.
De seio a seio a criança em seu vogar
ao meio do colo-berço balança.
Balança como o rimar de um verso de esperança.
Depois quando com o tempo a criança
vem crescendo vai a esperança minguando.
E ao acabar-se de vez fica
a exacta medida da vida de um português.
Criança portuguesa da esperança na vida
faz certeza conseguida.
Só nossa vontade alcança da
esperança humana realidade.
Manuel da Fonseca, "Poemas para Adriano"
http://www.citador.pt/poemas.php?op=10&refid=200810270208
No colo da mãe a criança vai e vem vem e vai balança.
Nos olhos do pai nos olhos da mãe
vem e vai vai e vem a esperança.
Ao sonhado futuro sorri a mãe sorri o pai.
Maravilhado o rosto puro da criança
vai e vem vem e vai balança.
De seio a seio a criança em seu vogar
ao meio do colo-berço balança.
Balança como o rimar de um verso de esperança.
Depois quando com o tempo a criança
vem crescendo vai a esperança minguando.
E ao acabar-se de vez fica
a exacta medida da vida de um português.
Criança portuguesa da esperança na vida
faz certeza conseguida.
Só nossa vontade alcança da
esperança humana realidade.
Manuel da Fonseca, "Poemas para Adriano"
http://www.citador.pt/poemas.php?op=10&refid=200810270208












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